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A AGÊNCIA MORAL ENTRE A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E ROBÔS

Maurício Cavalcante Rios

Autor
Maurício Cavalcante Rios
Revista
PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
Edição
13 / 30
Ano
2025
Idioma
pt
2025Maurício Cavalcante Rios. A AGÊNCIA MORAL ENTRE A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E ROBÔS. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 13, n. 30, 2025.2

Este artigo tem como objetivo compreender filosoficamente as relações entre inteligência artificial, robôs e agência moral. O avanço da inteligência artificial tem modificado as formas de pensamento e comportamento dos seres humanos em sociedade. Para o nosso trabalho, partiremos do seguinte problema: se atribuímos à inteligência artificial uma agência moral, então a inteligência artificial pode ser moralmente responsável? Nossa hipótese a ser verificada é que se a inteligência artificial simula ações morais na tomada de decisões, então uma agência moral apenas simula formas de responsabilidade moral. Esta proposta justifica-se devido à importância contemporânea da filosofia para a compreensão e o debate de conceitos teóricos que envolvem a inteligência artificial. Esses conceitos teóricos são os agentes inteligentes, os algoritmos, o machine learning (aprendizado de máquina), o big data (grande quantidade de dados computáveis), a cognição, a informação, a lógica, as redes neurais, dentre outros.