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A alienação como processo de des-naturação do indivíduo e sua nova existência social em Jean-Jacques Rousseau
Juliana Fischer de Almeida
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Juliana Fischer de Almeida
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 15 / 1
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.31977/grirfi.v15i1.751
- Páginas
- 60-74
- Idioma
- pt
2017Juliana Fischer de Almeida. A alienação como processo de des-naturação do indivíduo e sua nova existência social em Jean-Jacques Rousseau. Griot : Revista de Filosofia, v. 15, n. 1, p. 60-74, 2017.3
O presente artigo pretende investigar de que forma a alienação social acarreta o processo de desnaturação do indivíduo e propugna pela formulação de uma nova existência. O “eu” social é corrompido pelo meio no qual vive sendo impossível viver solitariamente. A “luz” da razão acarreta a decadência moral, proporcionando um desequilíbrio entre razão e sentimento. A dicotomia entre aparência e autenticidade realizada por Rousseau será analisada sob o ponto de vista antropológico e suas consequências políticas.
Palavras-chave:
