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A Batalha do Atlântico e a posição de Argentina, Brasil e México vis-à-vis a Segunda Guerra Mundial

Vágner Alves

Autor
Vágner Alves
Revista
Antíteses
Edição
17 / 34
Ano
2024
DOI
10.5433/1984-3356.2024v17n34p051-081
Páginas
051-081
Idioma
pt
2024Vágner Alves. A Batalha do Atlântico e a posição de Argentina, Brasil e México vis-à-vis a Segunda Guerra Mundial. Antíteses, v. 17, n. 34, p. 051-081, 2024.2

A Segunda Guerra Mundial tornou-se conflito global no fim de 1941 / início de 1942, afetando todos os Estados soberanos do planeta. No continente americano, a hegemonia estadunidense implicou a construção de um bloco de poder homogêneo formado por todas as repúblicas latino-americanas independentes, que romperam relações diplomáticas com os países do Eixo até o fim de janeiro de 1942, salvo Argentina e Chile. A partir desse momento, a guerra submarina alemã e italiana contra os Aliados, realizada no Atlântico Norte, estendeu-se até a costa do continente americano, afetando toda a navegação comercial da região. Sua natureza irrestrita responde em grande medida pelos momentos de declaração de guerra do México e do Brasil. A Argentina é exceção à regra. Seus navios foram poupados a despeito de alguns ataques. Por isso o país conseguiu manter sua neutralidade. O artigo, com sua visão sistêmica, contrapõem-se a explicações internas e personalistas acerca das respectivas declarações de guerra e da neutralidade dos países examinados.