Artigo
Ver fonte original- Autor
- Ádamo Bouças Escossia da Veiga
- Revista
- Thaumazein: Revista Online de Filosofia
- Edição
- 18 / 35
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.37782/thaumazein.v18i35.5127
- Páginas
- 99-111
- Idioma
- pt
2025Ádamo Bouças Escossia da Veiga. A CATÁSTROFE QUE LOGOS SOMOS: BANALIDADE DO MAL NO ANTROPOCENO. Thaumazein: Revista Online de Filosofia, v. 18, n. 35, p. 99-111, 2025.3
O presente ensaio tem como objetivo mobilizar o conceito de banalidade do mal de Hannah Arendt para pensar a catástrofe climática em curso. Pretendemos analisar a questão da responsabilidade e da irresponsabilidade; a quem podemos subscrever à culpa pela catástrofe? Confluindo o conceito de Arendt com as reflexões de Mark Fisher, Bruno Latour, Elizabeth Povinelli e Günther Andres, procuramos tematizar esta questão. Concluímos, por fim, que todos estamos implicados, conquanto produzidos pelo modo de produção capitalista, na catástrofe, mesmo que de modos diferenciados.
Palavras-chave:
