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A Feminização do magistério pelo modelo mariano de formação e a luta das mulheres por educação

Diana Silva Monteiro, Cristiane Maria Abreu Lima

Autor
Diana Silva Monteiro, Cristiane Maria Abreu Lima
Revista
Trilhas Filosóficas
Edição
5 / 2
Ano
2012
Páginas
57-70
Idioma
pt
2012Diana Silva Monteiro, Cristiane Maria Abreu Lima. A Feminização do magistério pelo modelo mariano de formação e a luta das mulheres por educação. Trilhas Filosóficas, v. 5, n. 2, p. 57-70, 2012.3

O presente artigo busca situar a luta das mulheres pela educação frente a sua inserção no magistério, a partir do final do século XIX, sob os auspí­cios do ideário cristão que tomava Maria como modelo de formação feminina. Fruto de uma pesquisa teórico-bibliográfica, registra a entrada das mulheres no magistério, profissão que se tornou predominantemente feminina, desde o final do século XIX até as primeiras décadas do século XX, ou seja, no cenário brasileiro republicano em que, de um lado, se propagavam a concepção positiva-higienista e os ideais da Igreja Católica; e, do outro lado, também, se fortalecia a luta das mulheres pelo acesso à educação e, mais genericamente, contra a submissão feminina.