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A filosofia de Ludwig Wittgenstein à luz do diagnóstico de autismo
Gustavo Augusto Fonseca Silva
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Gustavo Augusto Fonseca Silva
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 19 / 1
- Ano
- 2019
- DOI
- 10.31977/grirfi.v19i1.1128
- Páginas
- 226-253
- Idioma
- pt
2019Gustavo Augusto Fonseca Silva. A filosofia de Ludwig Wittgenstein à luz do diagnóstico de autismo. Griot : Revista de Filosofia, v. 19, n. 1, p. 226-253, 2019.3
Em Meu pensamento filosófico, Bertrand Russell afirma que a segunda filosofia de Ludwig Wittgenstein lhe parecia inteiramente ininteligível e constituída de doutrinas positivas triviais e de doutrinas negativas infundadas. Essas críticas ainda hoje são largamente consideradas como decorrentes do fato de Russell não ter compreendido as ideias tardias de Wittgenstein. Em oposição a esse julgamento, neste artigo argumenta-se que o diagnóstico póstumo de que Wittgenstein era autista suscita uma nova interpretação tanto de suas doutrinas positivas quanto de suas doutrinas negativas, levando a uma revalorização do parecer de Russell sobre elas.
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