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A fundamentação ontológica da estrutura ética do juízo estético no primeiro-romantismo alemão: para construção histórico-sistemática do Juízo Infinito
Gabriel Loureiro Pereira da Mota Ramos
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Gabriel Loureiro Pereira da Mota Ramos
- Revista
- Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade
- Edição
- 29 / 2
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.11606/issn.2318-9800.v29i2p73-99
- Páginas
- 73-99
- Idioma
- pt
2025Gabriel Loureiro Pereira da Mota Ramos. A fundamentação ontológica da estrutura ética do juízo estético no primeiro-romantismo alemão: para construção histórico-sistemática do Juízo Infinito. Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, v. 29, n. 2, p. 73-99, 2025.3
Revisitando os fragmentos de Schlegel e Novalis em Blüthenstaub (2016), o artigo busca apreender o processo de ontologização que a argumentação kantiana relativa ao juízo estético sofre, quando assimilado por Schlegel e Novalis. Para isso, lemos a “Analítica do belo”, da Kritik der Urteilskraft (1974b), de modo a depreender como a estrutura ética do juízo estético, em Kant sugerida apenas pela cláusula do como-se, ganha em Novalis e Schlegel uma interpretação ontológica. Assim, desenvolvemos a figura do Juízo Infinito, conceito com que buscamos circunscrever o triplo movimento pelo qual Schlegel e Novalis fundamentam ontologicamente a estrutura ética do juízo estético.
