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A imortalidade narrativa em Hannah Arendt: Uma fenomenologia da narratividade

Luiz Paulo Matias, Elsio José Corá

Autor
Luiz Paulo Matias, Elsio José Corá
Revista
PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA
Edição
15 / 36
Ano
2025
DOI
10.26694/pensando.vol15i36.5512
Páginas
202-218
Idioma
pt
2025Luiz Paulo Matias, Elsio José Corá. A imortalidade narrativa em Hannah Arendt: Uma fenomenologia da narratividade. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, v. 15, n. 36, p. 202-218, 2025.3

O objetivo deste trabalho é guiado pelo exercício narrativo que, por meio das estórias reveladas, torna imortal a instantaneidade momentânea da ação. Dessa forma, refletir sobre a imortalidade fenomenológica da narrativa é considerar um fluxo contínuo que se desdobra entre os fragmentos das estórias singulares na pluralidade do mundo, onde os discursos expressam a aparência que desaparece pela morte e recomeça a cada nascimento. Nesse sentido, esta pesquisa é motivada pelas estórias em sua exemplaridade, as quais, ao serem contadas e recontadas, têm a capacidade de suportar todas as tristezas sem negar o ultrajante, e buscar, assim, compreendê-las, percorrendo o caminho simultâneo dos começos em sua força dimensional da narrativa como recurso ético da ação, bem como da ação à narrativa, procurando alcançar aquilo que chamamos de expressão fenomenológica da narr[a]tividade.