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A indiferença da substância para com os modos, segundo Deleuze: um estudo das relações na Ética de Espinosa
Helio Rebello Cardoso Júnior
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Helio Rebello Cardoso Júnior
- Revista
- Revista DIAPHONÍA
- Edição
- 11 / 3
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.48075/rd.v11i3.36091
- Páginas
- 23-42
- Idioma
- pt
2025Helio Rebello Cardoso Júnior. A indiferença da substância para com os modos, segundo Deleuze: um estudo das relações na Ética de Espinosa. Revista DIAPHONÍA, v. 11, n. 3, p. 23-42, 2025.2
O objetivo deste artigo é analisar conceitos ontológicos e epistemológicos espinosistas (substância, pensamento e extensão, ideia e coisa, mente e corpo). Segundo Deleuze, em reparo que ele faz ao “príncipe dos filósofos,” a substância única aparece como independente dos modos; e os modos, reciprocamente, dependem da substância, mas como de algo que lhes é exterior. Desta forma, a substância está impedida de se dizer dos modos e tão somente dos modos. Essa cláusula perfaz a indiferença da substância única diante de seus modos. A avaliação da consistência formal da rede de relações que entrelaça esses conceitos demonstra esta pendência no plano da Ética de Espinosa.
Palavras-chave:
