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A intersecção entre religiosidade e psique na obra de Carl Gustav Jung: uma análise dos conceitos de símbolo, inconsciente coletivo e arquétipo

Gustavo Henrique de Freitas Coelho, Leonardo Ferreira Almada

Autor
Gustavo Henrique de Freitas Coelho, Leonardo Ferreira Almada
Revista
Revista Ágora Filosófica
Edição
26 / 1
Ano
2026
DOI
10.25247/P1982-999X.2026.v26n1.p56-77
Páginas
58-79
Idioma
pt
2026Gustavo Henrique de Freitas Coelho, Leonardo Ferreira Almada. A intersecção entre religiosidade e psique na obra de Carl Gustav Jung: uma análise dos conceitos de símbolo, inconsciente coletivo e arquétipo. Revista Ágora Filosófica, v. 26, n. 1, p. 58-79, 2026.3

Este artigo analisa a intersecção entre religiosidade e psique na obra de Carl Gustav Jung, com foco nos conceitos de símbolo, inconsciente coletivo e arquétipo. Partindo da definição junguiana de religião como uma experiência do ‘numinoso’, analisamos como tais noções fundamentam a compreensão da religiosidade como expressão de estruturas psíquicas universais. O percurso inclui a contextualização da formação do pensamento de Jung, a resposta a críticas recorrentes - como as de que sua obra seria mística ou anticientífica - e a exploração da relação entre o inconsciente coletivo e a análise dos sonhos. Argumentamos que Jung oferece uma perspectiva integrativa, na qual a religiosidade emerge como manifestação profunda da psique, mediada por símbolos e arquétipos, superando as limitações do reducionismo materialista de sua época.