Artigo
Ver fonte original- Autor
- Mário Fernando Bolognesi
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 19
- Ano
- 1996
- DOI
- 10.1590/S0101-31731996000100005
- Páginas
- 75-86
- Idioma
- pt
1996Mário Fernando Bolognesi. A mercadoria cultural. Trans/Form/Ação, v. 19, p. 75-86, 1996.3
Adorno e Horkheimer adotaram a noção de fetichismo da mercadoria para a análise da arte e da cultura. Bens materiais e físicos não são idênticos aos simbólicos. Apesar de dominante, a indústria cultural não pode ser tomada como protótipo de toda análise da cultura. Não se pode reduzir toda a produção cultural da época da economia de mercado a produtos de mercado. A pluralidade de práticas artísticas e culturais, à qual se assiste em países como o Brasil, torna problemático o uso indiscriminado do referencial frankfurtiano.
Palavras-chave:
