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A PASSAGEM DO INFINITO AO FINITO NA ÉTICA DE SPINOZA: A INTERPRETAÇÃO DE DELEUZE E A CRÍTICA DE BADIOU
Philippe Henry
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Philippe Henry
- Revista
- Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
- Edição
- 17 / 43
- Ano
- 2026
- DOI
- 10.36311/1984-8900.2025.v17n43.p315-337
- Páginas
- 316-338
- Idioma
- pt
2026Philippe Henry. A PASSAGEM DO INFINITO AO FINITO NA ÉTICA DE SPINOZA: A INTERPRETAÇÃO DE DELEUZE E A CRÍTICA DE BADIOU. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 17, n. 43, p. 316-338, 2026.5
A partir da Ética 2, o principal da argumentação de Spinoza é dedicado ao homem, ou seja, o modo finito. Essa passagem do infinito ao finito é problemática e já mereceu várias interpretações. Uma das mais elegantes é a de Deleuze. Mas, Badiou levanta contra ela um senão. Este senão, entretanto, está resolvido em uma nova apreciação, bastante original, feita pelo último Deleuze e sua orientanda Yvonne Toros, com base na geometria projetiva de Desargues.
