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A PERSPECTIVA BIOPOLÍTICA DA MEDICINA SOCIAL: SUS, PSF, NEOLIBERALISMO E PANDEMIA

Felipe Sampaio de Freitas

Autor
Felipe Sampaio de Freitas
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
12 / 31
Ano
2020
DOI
10.36311/1984-8900.2020.v12n31.p186-213
Páginas
186-213
Idioma
pt
2020Felipe Sampaio de Freitas. A PERSPECTIVA BIOPOLÍTICA DA MEDICINA SOCIAL: SUS, PSF, NEOLIBERALISMO E PANDEMIA. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 12, n. 31, p. 186-213, 2020.3

A medicina é um dos vários temas presentes ao largo da obra de Michel Foucault e possui diversas incursões em seus estudos. Neste artigo, daremos destaque à duas conferências muito conhecidas: Crise da medicina ou crise da antimedicina e a famosa O nascimento da medicina social. O intuito é o de mostrar em que medida a medicina social se configura como um primeiro ponto daquilo que Foucault mais tarde trabalhou, de forma mais incisiva, em seus cursos (de 76 a 79), isto é, a biopolítica. Além disso, buscaremos esclarecer o leitor para a análise da medicina social, no Brasil, por meio do Programa Saúde da Família (PSF) e do Sistema único de Saúde (SUS) do Governo Federal, problematizando-os como seguimentos biopolíticos e averiguando como os mesmos se encontram meio à crise pandêmica ocasionada pela Covid-19.