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A prosa do mundo: subjetividade, a pintura holandesa do século XVII e o fim da arte em Hegel.
Anelise Valls Alvarez
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Anelise Valls Alvarez
- Revista
- Revista Limiar
- Edição
- 4 / 7
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.34024/limiar.2017.v4.9214
- Páginas
- 77-99
- Idioma
- pt
2017Anelise Valls Alvarez. A prosa do mundo: subjetividade, a pintura holandesa do século XVII e o fim da arte em Hegel.. Revista Limiar, v. 4, n. 7, p. 77-99, 2017.4
O objetivo deste trabalho é analisar o fim da arte em Hegel a partir de pontos específicos, a saber, 1) o cenário histórico do século XVIII e 2) a figura histórica da pintura holandesa do século XVII. É a partir da arte romântica, que compreende as circunstâncias tanto do domínio da subjetividade e interioridade como as relações sociais burguesas carregadas de traços prosaicos e mundanos, que reconhecemos a noção de arte em uma existência difícil. Neste outro estágio, a partir do avanço do espírito, é traçado o declínio da arte diante da multiplicidade das relações que perfazem o mundo, bem como são feitas as considerações sobre a perda do ideal hegeliano.
Palavras-chave:
