- Autor
- Gilvan Fogel
- Revista
- Trilhas Filosóficas
- Edição
- 14 / 1
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.25244/tf.v14i1.3530
- Páginas
- 13-22
- Idioma
- pt
O sagrado como o acontecimento ser-aparecer "• pura superfície. Extraordinário! Aparecer não é manifestar-se "• aparência não é manifestação. Superfície, pura superfície, põe mistério. Mistério não tapa, não obstrui, escondendo e adiando infinitamente. Mistério encerra retração, recuo, sim, mas ele mostra à medida que se retrai e graças ao retrair-se "• mostra/revela o escuro como escuro, o não ver como não ver, o não saber como não saber, o não poder como não poder, a ausência como ausência, enfim, o sem fundo (o abissal) como sem fundo (o abissal). A presença da ausência como ausência. A superfície do abismo. Acolhendo mistério, o sagrado, impera finitude como o registro e a regência da e na vida "• finitude como a casa do homem. A Terra.
