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Abordagens a uma teoria do Estado mínimo com base nas concepções de Direito e do Estado de Schopenhauer

Vincíus Edart

Autor
Vincíus Edart
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
18 / 1
Ano
2026
DOI
10.36517/arf.v18i1.96823
Páginas
216-231
Idioma
pt
2026Vincíus Edart. Abordagens a uma teoria do Estado mínimo com base nas concepções de Direito e do Estado de Schopenhauer. Argumentos - Revista de Filosofia, v. 18, n. 1, p. 216-231, 2026.2

Nos últimos anos se fortaleceu na literatura acerca da Filosofia como também da Economia um interesse mais forte nas questões normativas e éticas, e com isso também no âmbito da normatividade do Estado e na filosofia do direito. Apesar de uma série de publicações acerca da teoria do direito e da filosofia do direito de Schopenhauer1, em geral, tiveram apenas uma pequena atenção na doutrina do direito e na teoria do Estado. Isso é injusto, a nosso ver, pois as suas abordagens à doutrina do direito e à teoria do Estado, particularmente quanto aos problemas das uniões estatais modernas, como o excessivo alargamento das funções estatais assim como da burocracia, possuem relevância eminente. Não se pode falar sobre todos os aspectos de uma filosofia do direito e filosofia do Estado, em sentido amplo, uma vez que as abordagens se utilizam a reunião de seus trabalhos como O mundo como vontade e representação I (WI) e II (WII), em Os dois problemas fundamentais da Ética (E), em Parerga e paralipômena II (PII), bem como em diversos manuscritos póstumos e uma série de cartas dispersas descobertas.