- Autor
- Deysiene Cruz Silva, Ana Lúcia Gomes da Silva
- Revista
- Revista DIAPHONÍA
- Edição
- 11 / 3
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.48075/rd.v11i3.36113
- Páginas
- 222-238
- Idioma
- pt
O presente ensaio propõe (auto)cartografar os afetos experienciados e que mobilizam as andanças acadêmicas no campo fértil da vivência dos afetos difebianos, junto ao grupo de Pesquisa Diversidade, Discursos, Formação na Educação Básica e Superior (DIFEBA). Como objetivo central, tem-se a (auto)cartografia dos afetos vividos no movimento da pesquisa junto ao grupo DIFEBA e suas multiplicidades. É um ensaio de possibilidade teórico-metodológica da abordagem qualitativa de Dante Galeffi (2009) e do método (auto)cartográfico como um devir da filosofia da diferença de Deleuze (2006). O ponto de partida desse estudo provoca a questão: Quais os possíveis movimentos que o grupo DIFEBA implica na vida acadêmica dos/as seus/suas membros/as ao longo dos seus anos de existências e resistências? De imediato, compreende-se a partir da experiência (auto)cartográfica da primeira autora, o DIFEBA como pista de um movimento do afeto, que busca uma resistência cartográfica em um mundo não de representação da pesquisa, mas de compromisso com a pesquisa que territorializa, desterritorializa e reterritorializa o pesquisador e a pesquisadora, que tem a alegria de vivenciar o movimento do DIFEBA/UNEB, que passa por um lugar necessariamente de afeto difebiano e suas multiplicidades.
