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Angústia(s) e diálogos entre Graciliano Ramos e os saberes populares

Adenilton Moises da Silva, Everaldo Fernandes da Silva

Autor
Adenilton Moises da Silva, Everaldo Fernandes da Silva
Revista
Filosofia e Educação
Edição
12 / 3
Ano
2020
DOI
10.20396/rfe.v12i3.8660833
Idioma
pt
2020Adenilton Moises da Silva, Everaldo Fernandes da Silva. Angústia(s) e diálogos entre Graciliano Ramos e os saberes populares. Filosofia e Educação, v. 12, n. 3, 2020.3

O presente artigo reflete o fenômeno da angústia enquanto constituinte da condição humana, que se materializa em diferentes modos e expressões, correspondentes ao tempo e espaço em que os sujeitos humanos se situam históricos e geograficamente. Por não se tratar de uma abordagem estritamente filosófica ou de natureza psicanalítica, optamos em estabelecer um recorte mediante a construção de um diálogo sobre a Angústia descrita pelo romancista nordestino Graciliano Ramos e os sentimentos angustiantes dos sujeitos populares analfabetos, elaborando, desse modo, uma interlocução com a vida e aprendizagens de sujeitos excluídos que, em meio às agruras e utopias pequenas, quase diárias, produzem significados, saberes e novas agendas de resiliências para poderem ser/estar na vida.