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As relações conviviais dos gregos: o éros e o erastés das relações cívicas e afetuosas [Living together among the Greeks: éros and erastés in civic loving relationships]
Miguel Spinelli
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Miguel Spinelli
- Revista
- Princípios: Revista de Filosofia (UFRN)
- Edição
- 23 / 40
- Ano
- 2016
- DOI
- 10.21680/1983-2109.2016v23n40ID8534
- Páginas
- 215-260
- Idioma
- pt
2016Miguel Spinelli. As relações conviviais dos gregos: o éros e o erastés das relações cívicas e afetuosas [Living together among the Greeks: éros and erastés in civic loving relationships]. Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 23, n. 40, p. 215-260, 2016.2
O objetivo deste artigo consiste em acercar-se de uma compreensão histórica a respeito de como os gregos conceberam as relações entre o erastés (em geral traduzido por amante) e o eroménous (por ama-do). O artigo se organiza sob quatro aspectos: (1) o da homossexualidade e da erastía (da afeição reservada ao paidós); (2) o da concepção do masculino e do feminino em conformidade com o estatuto cívico; (3) o das requisições do eroménous e do erastés no contexto das relações cívicas e conviviais; (4) o da primazia cívica do masculino sobre o feminino e a ideação platônica de Sócrates como o protótipo de Eros: do deus que doma dentro do peito humano a inteligência e a sensatez da vontade.
