Voltar para Artigos
Artigos

ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA: REFLEXÕES A PARTIR DE ATENDIMENTOS NUM PROJETO DE VULNERABILIDADE JUVENIL

Cristina Miyuki Hashizume, Ana Lívia de Sousa

Autor
Cristina Miyuki Hashizume, Ana Lívia de Sousa
Revista
Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação
Edição
25 / 01
Ano
2025
DOI
10.21680/1984-3879.2025v25n01ID38158
Páginas
SM16
Idioma
pt
2025Cristina Miyuki Hashizume, Ana Lívia de Sousa. ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA: REFLEXÕES A PARTIR DE ATENDIMENTOS NUM PROJETO DE VULNERABILIDADE JUVENIL. Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação, v. 25, n. 01, p. SM16, 2025.3

Após a pandemia da COVID-21 em que fatores políticos, econômicos e sanitários afetaram os diversos serviços do Sistema Único da Assistência Social, a atuação do psicólogo nesse setor se tornou ainda mais desafiadora. Dentre as adequações necessárias ao modelo remoto – quando possível – no caso de fechamento temporário de algumas unidades ou de atendimento parcial, que teve como principal estratégia abarcar as necessidades básicas das famílias atendidas nos territórios. Se as dificuldades nesse campo se apresentavam pela própria complexidade da realidade, com o cenário pandêmico fez-se necessário pensar no eixo central de toda atuação: a formação. Este artigo tem o objetivo de problematizar a prática do psicólogo na assistência social na contemporaneidade, dando foco aos desafios no que se refere à saúde mental de jovens e também debater a prática do psicólogo a partir de intervenções junto a jovens com demandas de saúde mental e o papel das políticas públicas como promotoras dos Direitos Humanos aos mais vulneráveis na sociedade. Foi realizado um ensaio teórico-metodológico a partir de experiências em projetos de extensão que atendem jovens em situação de vulnerabilidade em diferentes cenários. Nota-se então que a prática do psicólogo frente aos programas de assistência social e políticas públicas ainda é bastante desafiadora devido aos desafios diários do trabalho humanizado e a precarização das condições de vida.