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CERTEZA SENSÍVEL E PERCEPÇÃO COMO MOMENTOS DA CONSCIÊNCIA FILOSÓFICA

Mailson Bruno de Queiroz Carneiro Gonçalves, Eduardo Ferreira Chagas

Autor
Mailson Bruno de Queiroz Carneiro Gonçalves, Eduardo Ferreira Chagas
Revista
Revista Dialectus
Edição
35
Ano
2024
DOI
10.30611/2024n35id94746
Páginas
285-294
Idioma
pt
2024Mailson Bruno de Queiroz Carneiro Gonçalves, Eduardo Ferreira Chagas. CERTEZA SENSÍVEL E PERCEPÇÃO COMO MOMENTOS DA CONSCIÊNCIA FILOSÓFICA. Revista Dialectus, v. 35, p. 285-294, 2024.2

Trata-se aqui de expor as primeiras figuras da consciência filosófica – certeza sensível e percepção – conforme foram desenvolvidas por Hegel na obra Fenomenologia do Espírito – 1807. Saber aparente e percepção representam dois momentos da relação entre sujeito e objeto que, muito embora não tenham o ser em geral, isto é, a coisa como unidade da diversidade, jogo de força ou síntese de múltiplas determinações, cumprem um lugar na progressão do espírito subjetivo. Tanto a consciência passiva, indiferente à pluralidade que subjaz o objeto, como as partes sem mediação ou negatividade no interior do universal são limitadas, porém necessárias ao desenvolvimento do pensar.