- Autor
- Maurício Cavalcante Rios
- Revista
- Kalagatos
- Edição
- 23 / 2
- Ano
- 2026
- DOI
- 10.52521/az2am921
- Páginas
- eK26030-eK26030
- Idioma
- pt
O objetivo é abordar como o conceito de grupo (as comunidades científicas) caracteriza-se como agente epistêmico. O problema é se o processo de formação de crenças e de conhecimento origina-se a partir de agentes epistêmicos individuais ou de agência coletiva? Nossa hipótese é se grupos agenciam o conhecimento, então a agência coletiva ocorre por normas epistêmicas sociais. Para isso, fazemos uma análise dos conceitos de grupo/comunidade a partir de: a) George Ritzer na Sociologia Geral; b) David Bloor na Sociologia do Conhecimento Científico; c) Thomas Kuhn na Filosofia da Ciência; d) Markus Schlosser, José Aparecido Pereira e William Ramsey na relação entre Agência e Materialismo Eliminativista e e) Alvin Goldman e Frederick Schmitt na Epistemologia Social. Consideramos que a natureza do conhecimento social não é soma das mentes individuais, mas envolve uma agência epistêmica.
