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CONTEMPLAÇÃO DAS FORMAS E OS LIMITES DO CONHECIMENTO NO <em>FÉDON</em> E NO <em>BANQUETE</em>
Eliane Christina Souza
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Eliane Christina Souza
- Revista
- Philósophos - Revista de Filosofia
- Edição
- 19 / 2
- Ano
- 2015
- DOI
- 10.5216/phi.v19i2.31970
- Páginas
- 47-67
- Idioma
- pt
2015Eliane Christina Souza. CONTEMPLAÇÃO DAS FORMAS E OS LIMITES DO CONHECIMENTO NO <em>FÉDON</em> E NO <em>BANQUETE</em>. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 19, n. 2, p. 47-67, 2015.4
O Fédon e o Banquete são diálogos nos quais a concepção platônica de filosofia não está dissociada de elementos órficos e de construções míticas. Eu proponho que os temas da pré-existência da alma da imortalidade da alma no Fédon e os mitos contados por Aristófanes e por Diotima no Banquete, examinados em conjunto, fornecem um rico material para a compreensão da natureza e dos limites do conhecimento e da filosofia em Platão. Sugiro ainda, frente a essa interpretação, uma leitura da "súbita visão do belo em si", em Banquete 210e, que leve em conta esses limites. Conhecimento será, a partir dessa leitura, uma busca dinâmica, muito mais do que intuição.
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