- Autor
- Julia Telles de Menezes
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 66 / 1
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2021.1.37961
- Páginas
- e37961
- Idioma
- en
O presente trabalho examina como argumentos antifisicalistas representam a tensão entre certos aspectos da nossa vida cotidiana (fenomenalidade) e a tese metafísica do Fisicalismo. O debate acerca do caráter subjetivo da consciência, ou do também chamado “Problema Difícil da Consciência” (CHALMERS, 1996), é considerado um dos maiores desafios à tese fisicalista. Muitos filósofos pensam que o problema é “difícil” pois a questão não pode ser resolvida empiricamente, ela é inteiramente conceitual. O presente artigo é dividido em duas partes. Na primeira parte analiso a versão de Chalmers do argumento daquilo que pode ser concebível, bem como o aparato semântico bidimensional necessário para conectar os domínios conceituais e modais. Na segunda parte tratarei da versão kripkiana dos argumentos.
