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Estado moderno e abstração do homem na sociedade civil-burguesa:: A crítica de Marx aos direitos humanos

Estenio Ericson Botelho de Azevedo

Autor
Estenio Ericson Botelho de Azevedo
Revista
Kalagatos
Edição
9 / 18
Ano
2021
DOI
10.23845/kalagatos.v9i18.6032
Páginas
47-70
Idioma
pt
2021Estenio Ericson Botelho de Azevedo. Estado moderno e abstração do homem na sociedade civil-burguesa:: A crítica de Marx aos direitos humanos. Kalagatos, v. 9, n. 18, p. 47-70, 2021.2

Pretendemos apresentar a reflexão de Marx sobre os direitos humanos, tal como ele a expõe em Para a questão judaica (1843). Trata-se de pensar a experiência social-política moderna na qual se constitui uma duplicação da existência do homem, com sua redução, e consequente isolamento, a membro da sociedade civil-burguesa, par de sua posição como cidadão, membro do Estado político. A crítica de Marx dirige-se a essa duplicação do homem, característica da experiência no Estado político moderno, no qual, por conta desta duplicação, a vida genérica aparece como meio de realização da vida particular egoísta, do membro da sociedade civil-burguesa.