Artigo
Ver fonte original- Autor
- Raquel Patriota
- Revista
- Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade
- Edição
- 30 / 1
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.11606/issn.2318-9800.v30i1p147-162
- Páginas
- 147-162
- Idioma
- pt-BR
2025Raquel Patriota. Estética depois de Adorno: entre progresso e autonomia. Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, v. 30, n. 1, p. 147-162, 2025.3
Este artigo busca avaliar criticamente a recepção da estética de Theodor Adorno, considerando dois conceitos fundamentais: o de autonomia e o de progresso. Analisaremos como a obra de Adorno foi associada a uma perspectiva unilateral do modernismo, na medida em que sua concepção de arte autônoma estaria supostamente fundada no progresso técnico. Nossa hipótese é a de que tal recepção perdeu de vista a crítica do progresso sustentada pela estética adorniana. Assim, aventamos uma leitura distinta, recuperando a crítica do progresso em Adorno para pensar uma noção de autonomia da arte capaz de contribuir com debates recentes sobre arte contemporânea.
Palavras-chave:
