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Geofilosofia e Oswald de Andrade como terra preta indígena e compostagem

Flávia Cristina Silveira Lemos, Diego Frank Marques Cavalcante, Daiane Gasparetto da Silva

Autor
Flávia Cristina Silveira Lemos, Diego Frank Marques Cavalcante, Daiane Gasparetto da Silva
Revista
Revista DIAPHONÍA
Edição
11 / 3
Ano
2025
DOI
10.48075/rd.v11i3.36126
Páginas
345-357
Idioma
pt
2025Flávia Cristina Silveira Lemos, Diego Frank Marques Cavalcante, Daiane Gasparetto da Silva. Geofilosofia e Oswald de Andrade como terra preta indígena e compostagem. Revista DIAPHONÍA, v. 11, n. 3, p. 345-357, 2025.3

Este artigo teve como objetivo ser um ensaio em que pensamos a geofilosofia em Oswald de Andrade como elemento do modernismo por meio dos Manifestos Pau-Brasil e Manifesto Antropófago tecidos para fazer deglutição de acontecimentos múltiplos. Fazer terra preta e tecer compostagens foi uma tentativa de criar passagens de elaboração nos processos de subjetivação e forjar subjetividades em insurreição por meio da força em devir da antropofagia como conexão de intensidades em movimentos de territorialização e desterritorialização que ecoam línguas outras e nos fazem devorar e deglutir como quem inventa-se e cria mundos em experimentações do desejo. Há uma ética, estética e política que ressoam na criação que pode ser capturada.