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HISTORICIDADE, MUDANÇAS RELACIONAIS E NÃO FIXIDEZ DO PASSADO EXISTENCIAL
Róbson Ramos dos Reis
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Róbson Ramos dos Reis
- Revista
- Philósophos - Revista de Filosofia
- Edição
- 22 / 2
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.5216/phi.v22i2.45852
- Páginas
- 249
- Idioma
- pt
2018Róbson Ramos dos Reis. HISTORICIDADE, MUDANÇAS RELACIONAIS E NÃO FIXIDEZ DO PASSADO EXISTENCIAL. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 22, n. 2, p. 249, 2018.3
No presente artigo, apresento uma interpretação da mobilidade histórica da existência segundo a analítica existencial de Ser e tempo de Martin Heidegger. A interpretação é elaborada com uma construção conceitual que tem por base as noções de mudança relacional e emergência de determinações. Seguindo um análogo do critério de David Weberman para identificar mudanças relacionais genuínas, examinarei a mobilidade específica da historicidade existencial, procurando ressaltar o compromisso da noção existencial de movimento com uma concepção modal de mudança relacional na existência. Tal concepção também implica a ideia da plasticidade ou não fixidez do passado existencial.
