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“Jogos de tinta”, semelhanças, imagens dialéticas: Walter Benjamin e a pintura chinesa

Fernando Araújo Del Lama

Autor
Fernando Araújo Del Lama
Revista
Revista Limiar
Edição
6 / 11
Ano
2019
DOI
10.34024/limiar.2019.v6.9761
Páginas
111-123
Idioma
pt
2019Fernando Araújo Del Lama. “Jogos de tinta”, semelhanças, imagens dialéticas: Walter Benjamin e a pintura chinesa. Revista Limiar, v. 6, n. 11, p. 111-123, 2019.2

Trata-se de revisitar, a partir de um texto de Walter Benjamin sobre pinturas chinesas, as relações tecidas pelo filósofo entre certos aspectos intrínsecos a tais pinturas e algumas de suas concepções, tais como imagem dialética, semelhanças, dentre outras relativas à problemática das transformações modernas na estrutura da percepção. Por meio da reconstituição dos passos de Benjamin em suas considerações acerca da pintura chinesa, pretende-se conectá-las a seus próprios desenvolvimentos teóricos, de modo a desvelar a “iluminação recíproca” – a pintura chinesa auxilia na iluminação dos conceitos benjaminianos, do mesmo modo que estes auxiliam na compreensão dela – que orienta a argumentação exposta por ele.