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Justiça como virtude artificial: Sobre o artifício humano na concepção de justiça de Hume
Gehad Marcon Bark
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Gehad Marcon Bark
- Revista
- Aufklärung: journal of philosophy
- Edição
- 8 / 3
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.18012/arf.v8i3.52919
- Páginas
- p.161-174
- Idioma
- pt
2021Gehad Marcon Bark. Justiça como virtude artificial: Sobre o artifício humano na concepção de justiça de Hume. Aufklärung: journal of philosophy, v. 8, n. 3, p. p.161-174, 2021.3
O artigo considera a tese humiana segundo qual a justiça é uma virtude artificial. Com base na análise de alguma das concepções apresentadas nas obras Tratado da Natureza Humana e Investigação sobre os Princípios da Moral, este texto propõe que a afirmação em questão exige uma qualificação. A noção de artifício, no contexto da discussão sobre justiça, deve ser compreendida à luz de uma relação fundamental entre disposições da espécie humana: a reflexão na sua atividade de refrear as paixões. Nesse sentido, o artificial, enquanto relacionado a isso que se concebe como artifício humano, pode ser compreendido, de alguma maneira, como natural, enquanto característico da espécie humana.
Palavras-chave:
