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Leibniz: o infinito no corpo orgânico

Tessa Moura Lacerda

Autor
Tessa Moura Lacerda
Revista
Cadernos Espinosanos
Edição
31
Ano
2015
DOI
10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2014.89131
Páginas
28-56
Idioma
pt-BR
2015Tessa Moura Lacerda. Leibniz: o infinito no corpo orgânico. Cadernos Espinosanos, n. 31, p. 28-56, 2015.2

O corpo orgânico é concebido como uma unidade e pode ser pensado como substância corpórea. A  relação entre alma e corpo não é apenas uma relação de harmonia preestabelecida entre uma mônada dominante e infinitas mônadas, mas também um vínculo substancial entre mônadas. A união substancial e a harmonia preestabelecida são duas explicações possíveis e compatíveis a respeito do mesmo. Embora a explicação do “vínculo” só compareça na correspondência entre Leibniz e Des Bosses, as grandes teses a respeito do corpo já estavam dadas na filosofia de Leibniz desde 1686.