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Matéria vibrante e corpos afetivos: considerações para uma ontologia não-antropocêntrica

Diogo Barros Bogéa

Autor
Diogo Barros Bogéa
Revista
Philósophos - Revista de Filosofia
Edição
29 / 1
Ano
2024
DOI
10.5216/phi.v29i1.78536
Idioma
pt
2024Diogo Barros Bogéa. Matéria vibrante e corpos afetivos: considerações para uma ontologia não-antropocêntrica. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 29, n. 1, 2024.2

Encaminharemos neste artigo algumas considerações que nos permitam esboçar uma ontologia não-antropocêntrica. O artigo se divide em cinco partes. Na primeira, recorremos a Meillassoux para situar o antropocentrismo como base fundamental dos correlacionismos. Em seguida, apresentamos o materialismo vital de Jane Bennett como alternativa não-antropocêntrica às filosofias correlacionistas. Na terceira seção, recuperamos a noção espinosista de corpos afetivos para pensar uma ontologia plana relacional. Na sequência, apresentamos o perspectivismo relacional afetivo de Nietzsche como alternativa ao idealismo kantiano. E por fim, trazemos a noção de agenciamento como noção chave para a composição de uma ontologia não-antropocêntrica.