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MERCADORIA, ACUMULAÇÃO E TRABALHO NO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA

Mailson Bruno de Queiroz Carneiro Gonçalves, Eduardo Ferreira Chagas

Autor
Mailson Bruno de Queiroz Carneiro Gonçalves, Eduardo Ferreira Chagas
Revista
Revista Dialectus
Edição
37 / 37
Ano
2025
DOI
10.36517/2025n37id95864
Páginas
198-208
Idioma
pt
2025Mailson Bruno de Queiroz Carneiro Gonçalves, Eduardo Ferreira Chagas. MERCADORIA, ACUMULAÇÃO E TRABALHO NO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA. Revista Dialectus, v. 37, n. 37, p. 198-208, 2025.3

O objetivo deste artigo é apresentar os conceitos de mercadoria, acumulação e trabalho no modo de produção capitalista a partir do manuscrito intitulado Capítulo VI (inédito). Trata-se aqui de categorias que, acima de tudo, são determinações da existência ou formas de pensamento socialmente válidas para relações de produção historicamente determinadas. A economia capitalista pressupõe: 1. a forma-mercadoria, expressão mais elementar da riqueza e unidade entre valor de uso e valor; 2. reprodução em escala ampliada ou crescimento ad infinitum; 3. exploração do trabalho por meio da criação de mais-valor. Através de uma espoliação orgânica cristalizada nas mercadorias, o regime do capital, prescindindo das crises, expande seu limite a cada rotação num movimento que vislumbra o infinito.