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MORAL, PRUDÊNCIA E FIM UNIVERSAL EM KANT

Heitor Nelson Ferreira

Autor
Heitor Nelson Ferreira
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
12 / 31
Ano
2020
DOI
10.36311/1984-8900.2020.v12n31.p265-281
Páginas
265-281
Idioma
pt
2020Heitor Nelson Ferreira. MORAL, PRUDÊNCIA E FIM UNIVERSAL EM KANT. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 12, n. 31, p. 265-281, 2020.3

Neste trabalho aborda-se a questão que está nos escritos kantianos que propõem um único e mesmo fim da humanidade como a totalidade dos homens unidos sob o ideal de uma sociedade cosmopolita, como na Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita, e numa comunidade ética como n´A religião nos simples limites da Razão. A moralidade é pressuposta como fundamento para realização do fim humano em ambos os textos. Ora, em Kant agir com interesse a fins não está dentro dos requisitos da moralidade, que deve proceder com o princípio da incondicionalidade sem referir-se a propósitos. Logo, esboça-se aqui, grosso modo, uma possível interpretação de como é possível conciliar a proposta de um fim para a humanidade com a ideia de que a autonomia não deve orientar-se por fins.