- Autor
- Christian Krijnen
- Revista
- Geltung, revista de estudos das origens da filosofia contemporânea
- Edição
- 2 / 2
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.23925/2764-0892.2024.v2.n2.e66192
- Páginas
- e66192
- Idioma
- en
O autor defende a tese de que, com o conceito neokantiano de determinação do conceito, esta é concebida como mediação, mas não também como automediação. Em termos de Hegel, o neokantismo concebe o conceito como uma essência, não como um conceito. Consequentemente, o neokantismo não faz justiça suficiente à sua própria reivindicação de idealismo transcendental de ser o autoconhecimento da razão. Esta tese é fundamentada ao examinar, primeiro, a explicação funcional do conceito desenvolvida pelo neokantiano de Marburg, Ernst Cassirer, e pelo neokantiano de Baden, Bruno Bauch. Posteriormente, a concepção idealista transcendental do conceito como um conceito-função é problematizada ao levar em conta a doutrina especulativa-idealista de Hegel sobre os conceitos. Torna-se claro que o conceito progride de si mesmo como um conceito de substância para o conceito-função, e finalmente para o conceito.
