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O destronamento da aura e a mutação da percepção na era da arte pós-aurática em Walter Benjamin

Rogério Silva de Magalhães

Autor
Rogério Silva de Magalhães
Revista
Revista Limiar
Edição
1 / 2
Ano
2014
DOI
10.34024/limiar.2014.v1.9278
Páginas
132-177
Idioma
pt
2014Rogério Silva de Magalhães. O destronamento da aura e a mutação da percepção na era da arte pós-aurática em Walter Benjamin. Revista Limiar, v. 1, n. 2, p. 132-177, 2014.2

Este artigo visa analisar duas questões conhecidas nos estudos benjaminianos: o declínio da aura na era da arte reprodutível e as mudanças na percepção dos indivíduos em relação à arte pós-aurática. Para dar conta dessas questões, faremos uma incursão na segunda versão do ensaio “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” em busca das considerações de Benjamin sobre o cinema, forma de arte desauratizada por excelência, e, ao mesmo tempo, com o propósito de enriquecer a discussão, pretendemos refletir acerca das concepções de Eisenstein sobre o cinema, o qual considera que a função do filme é causar impacto na percepção do espectador. Tanto Eisenstein quanto Benjamin compartilham a mesma ideia sobre o potencial revolucionário do cinema.