Artigo
Ver fonte original- Autor
- Ivonil Parraz
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 26 / 1
- Ano
- 2003
- DOI
- 10.1590/S0101-31732003000100005
- Páginas
- 115-128
- Idioma
- pt
2003Ivonil Parraz. O existencialismo em Pascal. Trans/Form/Ação, v. 26, n. 1, p. 115-128, 2003.3
O homem traz inscrito no mais profundo do seu ser “a marca do nada”, “o traço vazio”. Porque traz esse vazio, ele tudo faz para preenchê-lo. Cria “eus imaginários” formando-os com as qualidades que estima e que os outros também estimam; tenta impô-los aos outros buscando assim a admiração alheia. O eu imaginário permite a ele livrar-se da visão do seu eu verdadeiro. Esse eu que o coloca diante do seu vazio, produz nele o tédio e a inquietude.
Palavras-chave:
