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O MANIFESTO COMUNISTA E A DIALÉTICA SEM SÍNTESE DE MERLEAU-PONTY

Iraquitan de Oliveira Caminha

Autor
Iraquitan de Oliveira Caminha
Revista
Trilhas Filosóficas
Edição
11 / 3
Ano
2019
Idioma
pt
2019Iraquitan de Oliveira Caminha. O MANIFESTO COMUNISTA E A DIALÉTICA SEM SÍNTESE DE MERLEAU-PONTY. Trilhas Filosóficas, v. 11, n. 3, 2019.3

Em 21 de fevereiro de 1848, foi publicado pela primeira vez em Londres o Manifesto Comunista, escrito por Marx e Engels. Quando escreveram o manifesto, os dois parceiros estavam exilados na Bélgica. Eles dirigiam uma organização internacional chamada de "Liga dos Comunistas". Esse documento foi produzido para orientar a classe operária na sua missão revolucionária. Não fazia sentido apenas compreender o mundo, era preciso transformá-lo. Em 2018, sob a coordenação do professor Marcos Érico de Araújo Silva da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), foi realizado um evento em que foram comemorados os 200 anos de nascimento de Karl Marx e 170 anos do Manifesto Comunista. Na ocasião, fiz uma fala sobre o Manifesto Comunista e o modo de conceber a dialética de Merleau-Ponty. Irei retomar essa fala aqui com o objetivo de analisar como a dialética sem sí­ntese de Merleau-Ponty pode ser usada como referência para se pensar esse Manifesto e apontar um horizonte para sua atualidade.