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O PAPEL DA INTUIÇÃO NA COMPREENSÃO DA SIGNIFICAÇÃO: DA DISSOCIAÇÃO ORIGINÁRIA AO CASO DO “JUÍZO DE PERCEPÇÃO” EM HUSSERL

Carlos Diógenes Cortes Tourinho

Autor
Carlos Diógenes Cortes Tourinho
Revista
PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA
Edição
12 / 27
Ano
2022
DOI
10.26694/pensando.v12i27.12192
Páginas
30-40
Idioma
pt
2022Carlos Diógenes Cortes Tourinho. O PAPEL DA INTUIÇÃO NA COMPREENSÃO DA SIGNIFICAÇÃO: DA DISSOCIAÇÃO ORIGINÁRIA AO CASO DO “JUÍZO DE PERCEPÇÃO” EM HUSSERL. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, v. 12, n. 27, p. 30-40, 2022.3

O presente artigo tem como questão de fundo a relação entre “significar” e “intuir” nas Investigações Lógicas. Mais precisamente, o artigo trata desta relação ao tematizar o lugar reservado por Husserl à intuição na compreensão de uma significação expressa no discurso. O artigo elucida, inicialmente, a tese “dissociação originária” entre significar e intuir, segundo a qual a intuição não seria uma condição necessária para a compreensão de uma significação, mas apenas uma base ilustrativa, eventualmente presente. Em seguida, aborda o caso específico da significação expressa no “juízo de percepção”, no qual o retorno à intuição se torna necessário para a “determinação” da referência objetiva do visar significativo.