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O papel das emoções na Ética de Baruch Spinoza

Miguel Ahumada Cristi, Debora Fatima Gregorini

Autor
Miguel Ahumada Cristi, Debora Fatima Gregorini
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
12 / 1
Ano
2025
DOI
10.18012/arf.v12i1.69212
Páginas
p.31-42
Idioma
pt
2025Miguel Ahumada Cristi, Debora Fatima Gregorini. O papel das emoções na Ética de Baruch Spinoza. Aufklärung: journal of philosophy, v. 12, n. 1, p. p.31-42, 2025.2

O texto corresponde a uma análise de caráter ensaístico sobre o papel das emoções na Ética de Baruch Spinoza. Ainda que abordemos a Ética como um todo, colocamos ênfase na parte III. A origem e natureza dos afetos. O nosso objetivo é mostrar as contribuições de Spinoza sobre a compreensão da natureza humana em relação às formas e aos meios que possuímos para aceder ao conhecimento. O racionalismo tradicional, em especial o cartesiano, entende que a única via de acesso à verdade é a razão; Spinoza não aceita essa premissa, defendendo que corpo e as emoções também são partícipes da captação e criação do conhecimento.