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O pluralismo cultural dos imaginários sociais modernos segundo Charles Taylor

Joel Francisco Decothé Junior, Kelvin Felipe Weschenfelder

Autor
Joel Francisco Decothé Junior, Kelvin Felipe Weschenfelder
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
19 / 2
Ano
2019
DOI
10.31977/grirfi.v19i2.1281
Páginas
250-264
Idioma
pt
2019Joel Francisco Decothé Junior, Kelvin Felipe Weschenfelder. O pluralismo cultural dos imaginários sociais modernos segundo Charles Taylor. Griot : Revista de Filosofia, v. 19, n. 2, p. 250-264, 2019.3

Charles Taylor, ao refletir sobre o pano de fundo histórico-cultural da modernidade ocidental, estabelece a tarefa hermenêutica de fazer uma releitura das múltiplas facetas dos imaginários sociais modernos. Esses imaginários acabam sendo diversificados em uma pluralidade triádica e constitutiva de múltiplas formas culturais. Assim, conforme assevera o filósofo canadense, temos a esfera da moderna faceta social que está sob a égide da economia. De modo que essa é entrelaçada com a face estrutural da modernidade como esfera pública. Por fim, e, sem menos importância, encontramos o autogoverno do povo em seu aspecto nuclear de soberania democrática. Então, neste texto, nutrimos a intencionalidade de acompanharmos o pensamento de Taylor, em sua reconstrução delineadora deste tipo de pluralismo, que examina sobre as fontes, ideias e práticas democráticas articuladas a partir destas facetas constitutivas e articuladoras dos imaginários sociais modernos.