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O QUE NOS ENSINA O VENTO, A ÁGUA, AS FLORESTAS E RIOS: ANCESTRALIDADE COMO ELEMENTO DE SUFICIÊNCIA DO PENSAR FILOSÓFICO INDÍGENA
Ricardo Valim
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Ricardo Valim
- Revista
- Synesis (ISSN 1984-6754)
- Edição
- 18 / 1
- Ano
- 2026
- Páginas
- e3488-e3488
- Idioma
- pt
2026Ricardo Valim. O QUE NOS ENSINA O VENTO, A ÁGUA, AS FLORESTAS E RIOS: ANCESTRALIDADE COMO ELEMENTO DE SUFICIÊNCIA DO PENSAR FILOSÓFICO INDÍGENA. Synesis (ISSN 1984-6754), v. 18, n. 1, p. e3488-e3488, 2026.3
Este artigo propõe uma reflexão sobre o modo como os povos indígenas compreendem e se relacionam com os elementos naturais — o vento, a água, as florestas e os rios — não como recursos, mas como entidades vivas e portadoras de saber. A partir de uma abordagem epistemológica indígena, discute-se a ancestralidade como uma dimensão de suficiência do pensamento, que não depende exclusivamente da razão ocidental, mas se ancora em uma ecologia de saberes. Com base em autores indígenas e não indígenas, o texto evidencia como a cosmologia indígena ressignifica o vínculo com a natureza e propõe caminhos alternativos para pensar sustentabilidade, educação e política.
