O sentido da vida no longa-metragem “soul”: uma análise diante da logoterapia de Viktor Frankl
MARIANA RIBEIRO
- Autor
- MARIANA RIBEIRO
- Revista
- Revista DIAPHONÍA
- Edição
- 10 / 3
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.48075/rd.v10i3.34609
- Páginas
- 124-140
- Idioma
- pt
Este artigo visa analisar o sentido da vida presente no longa-metragem “Soul” (2020) com base na logoterapia de Viktor Frankl. A animação trouxe, por acaso ou não, indagações do que seria o sentido da vida à sua plateia, mostrando a complexidade do consenso acerca desta temática. Assim, é essencial que tramitemos por esses temas que perpassam as existências de Joe Gardner e 22, personagens do filme, para compreender o sentido da vida para a logoterapia. Experiências como angústia, finitude, vazio existencial e autenticidade demonstram que a existência tem sentido exatamente por ser experienciada e por possuir tempo e possibilidades limitadas. Diante disso, pretendemos a hipótese de relação do sentido da vida no filme com os processos de angústia e autenticidade de Joe Gardner e 22.
