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O TEMPO QUE SE CONTA - A NOVA HISTÓRIA TAL COMO ELA SE FAZ

PEDRO EDUARDO PORTILHO DE NADER

Tese
Autor
PEDRO EDUARDO PORTILHO DE NADER
Orientador(a)
RENATO JANINE RIBEIRO
Universidade
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO — USP
Programa
FILOSOFIA
Grau
DOUTORADO
Ano
2000
2000PEDRO EDUARDO PORTILHO DE NADER. O TEMPO QUE SE CONTA - A NOVA HISTÓRIA TAL COMO ELA SE FAZ. 2000. Tese (DOUTORADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, SP. Orientador(a): RENATO JANINE RIBEIRO.3

No """"Prólogo"""" de seu primeiro livro, Ranke apresenta a ironia intrínseca à concepção moderna de história, a respeito da defasagem entre as palavras historiadoras e as coisas históricas de que elas tratam. O discurso rankeano, assim, apresenta a angústia primordial da história moderna, que tem força de obrigatoriedade para as histórias modernas que se sucedem ao """"Prólogo"""", incluindo a própria história rankeana. Após analisar os elementos primordiais - a ironia, o paradoxo, a angústia e a tardividade - da concepção moderna de história no """"Prólogo"""" rankeano, este trabalho procura estudar a força de obrigatoriedade na Nova História francesa do século XX, a partir sobretudo de Braudel. Assim, Ranke e Braudel são os historiadores mais fortes da concepção moderna de história nos séculos XIX e XX, respectivamente.