Artigos
“O tesouro que nem a ferrugem nem as traças corroem”:: Da corporalidade imaterial do dinheiro na crítica da economia política
Álvaro Lins Monteiro Maia
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Álvaro Lins Monteiro Maia
- Revista
- Kalagatos
- Edição
- 13 / 27
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.23845/kalagatos.v13i27.6228
- Páginas
- 149-161
- Idioma
- pt
2021Álvaro Lins Monteiro Maia. “O tesouro que nem a ferrugem nem as traças corroem”:: Da corporalidade imaterial do dinheiro na crítica da economia política. Kalagatos, v. 13, n. 27, p. 149-161, 2021.2
Visa-se discutir a natureza do dinheiro na Crítica da Economia Política exposta n’O Capital, tendo como pano de fundo a posiçãode Žižek em Como Marx inventou o sintoma? de que o problema do material sublime do dinheiro – seu “corpo ‘indestrutível eimutável’ que persiste para além da degradação do corpo físico” – aparece como não solucionado por Marx. Para isso, optou-sepor inverter a ordem de exposição clássica d’O Capital, partindo-se aqui do dinheiro como relação capital que, por sua vez, permite melhor compreender posteriormente o dinheiro como relação mercadoria na forma da sua corporalidade imaterial.
Palavras-chave:
