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PARAGENS HEIDEGGERIANA: Arte, verdade e finitude

Edmar Avelar Sena, Alexandre Costa Tayer

Autor
Edmar Avelar Sena, Alexandre Costa Tayer
Revista
Sapere Aude
Edição
17 / 33
Ano
2026
DOI
10.5752/P.2177-6342.2026v17n33p579-584
Páginas
579-584
Idioma
pt
2026Edmar Avelar Sena, Alexandre Costa Tayer. PARAGENS HEIDEGGERIANA: Arte, verdade e finitude. Sapere Aude, v. 17, n. 33, p. 579-584, 2026.3

A proposta desta comunicação é dialogar sobre as relações entre arte (Kunst), verdade (Wahrheit) e finitude (Endlichkeit) em Martin Heidegger, demonstrando a relevância de tais conceitos no horizonte contemporâneo. A análise concentra-se, especialmente, na compreensão heideggeriana do ser-para-a-morte (Sein-zum-Tode) . Essa compreensão da obra de arte como evento de verdade ressoa com a provocação de Susan Sontag, ao recusar que a crítica esgote a arte na busca por um “conteúdo oculto”, reivindicando uma experiência sensível e imediata da obra que, guardadas as diferenças de horizonte teórico, converge com a recusa heideggeriana de reduzir o poético à representação ou à utilidade.