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Raça, violência e biopolítica: dos estados de exceção aos corpos de exceção
Andre Constantino Yazbek
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Andre Constantino Yazbek
- Revista
- Cadernos de Ética e Filosofia Política
- Edição
- 43 / 2
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.11606/issn.1517-0128.v43i2p7-19
- Páginas
- 7-19
- Idioma
- pt-BR
2024Andre Constantino Yazbek. Raça, violência e biopolítica: dos estados de exceção aos corpos de exceção. Cadernos de Ética e Filosofia Política, v. 43, n. 2, p. 7-19, 2024.3
O presente artigo pretende mobilizar a recepção crítica do tema da biopolítica em Michel Foucault segundo os temas da exceção, da raça e da violência política retraçando o que se poderia chamar de uma “soberania biopolítica”, com destaque para a exploração da matriz ou do padrão colonial do poder e da violência soberana propriamente moderna. Para tanto, serão exploradas as interlocuções das obras de Giorgio Agamben e Achille Mbembe com a reflexão foucaultiana sobre o governo das populações e com a temática da exceção soberana em Carl Schmitt e, por fim, a articulação dos “territórios” aos “corpos de exceção”, tal como proposto por Sidi Barkat.
Palavras-chave:
