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Schelling, Nietzsche e a arte trágica: afinidades entre filosofias afirmativas
Victor Hugo Mazia
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Victor Hugo Mazia
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 12 / 2
- Ano
- 2015
- DOI
- 10.31977/grirfi.v12i2.653
- Páginas
- 295-304
- Idioma
- pt
2015Victor Hugo Mazia. Schelling, Nietzsche e a arte trágica: afinidades entre filosofias afirmativas. Griot : Revista de Filosofia, v. 12, n. 2, p. 295-304, 2015.3
Este artigo tem a intenção de mostrar as interpretações que Schelling e Nietzsche fazem acerca da arte trágica. Diante dessas duas filosofias, tenta-se aproximar alguns pontos de coincidência entre o pensamento dos dois filósofos. Por um lado, Schelling se preocupará em superar a dicotomia liberdade/necessidade para que, enfim, possa afirmar a liberdade. Por outro lado, Nietzsche visa superar o pessimismo e, após tal superação, afirmar a vida. Assim, faz-se notável o fato de que os dois filósofos encontram, na arte trágica, um caminho extremamente positivo, pois ambos os pensadores promovem uma superação e afirmação.
Palavras-chave:
