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Sobre a interseção entre artes abstratas e figurativas na metafísica do belo de Schopenhauer

Renata Covali Cairolli Achlei

Autor
Renata Covali Cairolli Achlei
Revista
Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
Edição
15 / 1
Ano
2024
DOI
10.5902/2179378688742
Páginas
e88742
Idioma
pt
2024Renata Covali Cairolli Achlei. Sobre a interseção entre artes abstratas e figurativas na metafísica do belo de Schopenhauer. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 15, n. 1, p. e88742, 2024.2

As considerações de Schopenhauer acerca das diversas expressões artísticas afirmam a superioridade da música instrumental. Conforme a arte abstrata ganha destaque na cena contemporânea, alguns intérpretes do filósofo propuseram a relação entre a pintura abstrata e a música, uma vez que ambas operam de forma não-figurativa. Este artigo procura encontrar uma interseção entre a música instrumental (e, consequentemente, segundo esses intérpretes, também a pintura abstrata) e outras formas de arte, com a inclusão do figurativismo, segundo a própria metafísica do belo e a teoria de Thomas Weiskel acerca do conceito de sublime.