Artigo
Ver fonte original- Autor
- Guilherme Foscolo
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 47 / 3
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.1590/0101-3173.2024.v47.n3.e02400214
- Páginas
- e02400214
- Idioma
- pt
2024Guilherme Foscolo. Tempo maquínico: contribuição para uma ritmologia do Capital. Trans/Form/Ação, v. 47, n. 3, p. e02400214, 2024.4
Trata-se de pensar o ritmo da modernidade como resultado da dinâmica sociotécnica do Capital. Argumenta-se que a contínua transformação dos meios de produção e a disseminação de novas tecnologias tornam cada vez mais sintomáticas sensações de aceleração e estagnação – as quais reportam a um mesmo regime de temporalidade, aqui nomeado de “maquínico”. Atribui-se à sociotécnica capitalista um efeito específico de programação dos nossos corpos, sensações e percepção. Por fim, propõe-se a análise de Stimmungen como uma ferramenta teórica que poderia facilitar a detecção de respostas estéticas úteis para a caracterização de distintos regimes sociotécnicos/de temporalidade.
Palavras-chave:
